quarta-feira, 1 de outubro de 2008

E o meu cavalo só falava inglês...

É! Cada um é vítima de suas próprias teorias.

Você pode considerar todos os acontecimentos possíveis, isso não vai mudar sua reação à eles.
Digo a vocês que sou a vivência de minhas próprias teorias, e apesar disso ser bem claro eu direi da mesma forma: Cada um tem o que merece...
Se aplica perfeitamente a mim.
Tudo é perecível diante quaisquer olhos. Até dos mais esperançosos. Aliás, PRINCIPALMENTE dos mais esperançosos. Eu sinceramente não espero que entendam.

E eu na minha toda pose de malandro. Não soube como responder, como replicar, como reagir... Um 2 de paus na mesa. Não servia de nada, era rejeitado. Nem pra blefe servia.

E digo à quem lê (fiel e anônimo público). Tenho mais pontos fracos do que pensam!!!
Sou tão fraco quanto pensam. Não soube ter forças.

Diante minha esperança eu fui digno de pena.
Diante minha sorte eu não fui nada.
Diante meus sentimentos eu fui um amigo.
E diante minhas intensões eu fui falho.

Falho, falho...
Faltaram palavras a um dominador da língua e de seus truques.
Faltou teatro ao artista.
Faltou pose ao modelo.

Sabe porquê?

Porque eu sou um ser humano!!!
Queria eu não ser. Mas sou. Nada me tira dessa condição!
Sentimentos! Bom senso (questionável ao meu ver)!
Você escolhe um porquê com mais contras do que pode prever.

Eu sou o apostador azarado.
Aquele que sempre perde no River.
O blefe mal feito.
O 2 de paus inútil.

A descrença da esperança!

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